terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Abram as asas dos Versos!

Quero estrofes tortas, incorretas,
fazer o que eu bem entender delas
Quero que as frases não rimem
E corram soltas pelos campos limpos!

Os versos podem ser simples
E podem também não ser!
Que eles se atirem no abismo
E ponham suas asas a bater!

Que uma parte combine
E a outra se perca do ritmo
As setenças não precisam fazer sentido
Para cada ser que a interprete

Fico a imaginar os risos de uma criança
Ao ler palavras sem pé, nem cabeça
E imagino os irônicos sorrisos
Do poeta certinho de Letras

Não sou poêmica profissional
Também não crio polêmica
E muito menos tendências

Só quero escrever sem igual
Fazer dos meus versos um dilema
E deixà-los livres para voar...
Pelo mundo de paisagens desconhecidas
E visões, mais inimagináveis ainda.

Que flutuem as palavras pelas imensidões do Planeta!
E pelas imensidões dos pensamentos humanos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário